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André Salgado – Clínica Médica no Rio de Janeiro – RJ

Você cuida do carro fazendo revisões periódicas, faz manutenção na sua casa antes que apareça um problema maior — mas e com o seu corpo, você faz o mesmo?

A maioria das pessoas só procura um médico quando aparece um sintoma. E é justamente aí que mora o problema: as doenças mais perigosas e mais comuns no Brasil não avisam antes de chegar.

A boa notícia é que existe uma forma de se antecipar a tudo isso. Ela se chama medicina preventiva e pode mudar completamente a sua relação com a saúde.


Quem é o Dr. André Salgado?

O Dr. André Salgado é médico especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva, formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com residência médica também pela UERJ e título de especialista em Terapia Intensiva pela AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira).

São mais de 20 anos de experiência acompanhando pacientes adultos, das condições mais simples às mais complexas.

Uma das marcas do seu atendimento é justamente o foco preventivo: identificar riscos antes que virem doenças. A primeira consulta tem duração média de 1 hora e 30 minutos — tempo suficiente para ouvir sua história com calma, revisar seus exames em detalhe e traçar um plano de cuidados personalizado para a sua realidade.

Atende de forma presencial no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, e também por telemedicina.

“Cuidar da sua saúde não precisa ser uma corrida contra o tempo. Com as informações certas e acompanhamento adequado, é possível viver mais e com muito mais qualidade.”

Dr. André Salgado, médico especialista em medicina preventiva e clínica médica, em seu consultório no Rio de Janeiro

Dr. André Salgado, especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva, com mais de 20 anos de experiência — atendimento presencial no Jardim Botânico (RJ) e por telemedicina.


O que é medicina preventiva?

Medicina preventiva é o conjunto de ações e cuidados médicos que têm como objetivo evitar que doenças apareçam — ou, quando já existem, impedir que evoluam para situações graves.

Ela se divide em três níveis:

  • Prevenção primária: evitar que a doença aconteça. Exemplos: vacinação, mudança de hábitos, controle de peso, parar de fumar.
  • Prevenção secundária: detectar a doença no começo, antes dos sintomas, quando o tratamento é mais simples e eficaz. Exemplos: exames de rotina, rastreamento de câncer e doenças cardiovasculares.
  • Prevenção terciária: quando a doença já está instalada, evitar complicações e perda de qualidade de vida. Exemplo: acompanhamento rigoroso do diabético para prevenir cegueira, amputação ou insuficiência renal.

O médico especialista em clínica médica trabalha nos três níveis — e é o profissional mais indicado para coordenar esse cuidado de forma integrada.

Infográfico sobre medicina preventiva mostrando hábitos saudáveis, check-up e rastreamento e envelhecimento saudável

A medicina preventiva atua em três frentes: hábitos saudáveis no dia a dia, check-ups e rastreamento para detectar problemas cedo, e cuidados para um envelhecimento com qualidade de vida. Investir em prevenção é investir em você.


Por que a maioria das pessoas ignora a medicina preventiva?

A resposta é simples: porque não dói.

Pressão alta, colesterol elevado, pré-diabetes, hepatite B e C — nenhuma dessas condições causa sintomas perceptíveis no começo. A pessoa se sente bem, continua sua rotina normalmente, e o problema avança silenciosamente.

Quando os sintomas aparecem, muitas vezes o quadro já está avançado — e o tratamento se torna mais longo, mais caro e mais difícil.

Dados do Ministério da Saúde mostram que as doenças crônicas não transmissíveis — como doenças do coração, diabetes, câncer e doenças respiratórias — são responsáveis por mais de 70% das mortes no Brasil. E a grande maioria delas pode ser prevenida ou controlada com acompanhamento médico adequado.

Infográfico médico sobre importancia do check up com iceberg mostrando que muitas doenças evoluem em silêncio, contrastando sintomas percebidos com problemas ocultos como hipertensão, colesterol alto, pré-diabetes, gordura no fígado e câncer precoce.

O que você sente é só a ponta do iceberg: doenças como pressão alta, colesterol elevado, pré-diabetes e gordura no fígado evoluem sem sintomas, e só os check-ups da medicina preventiva conseguem revelá-las a tempo.


Com que frequência devo fazer consultas de medicina preventiva?

Depende da sua idade, histórico e fatores de risco. Mas como referência geral:

  • Adultos saudáveis entre 18 e 39 anos: pelo menos uma vez a cada 1–2 anos
  • Adultos entre 40 e 59 anos: anualmente
  • Adultos acima de 60 anos: pelo menos uma vez por ano, com avaliação mais completa
  • Pessoas com doenças crônicas (pressão alta, diabetes, colesterol alto): com a frequência que o médico indicar — geralmente a cada 3 a 6 meses

O mais importante é não esperar ter algum sintoma para marcar a consulta.


O que é avaliado em uma consulta de medicina preventiva?

Uma consulta de medicina preventiva com o clínico médico vai muito além de “pedir exames”. Ela inclui:

Anamnese detalhada O médico investiga sua história de saúde completa: doenças anteriores, cirurgias, medicamentos em uso, alergias, histórico familiar, hábitos de vida (alimentação, atividade física, tabagismo, álcool, sono).

Avaliação do risco cardiovascular A partir dos 20 anos, todos os adultos devem ter o risco cardiovascular avaliado a cada 3 a 5 anos. Com base em dados clínicos e laboratoriais, é possível calcular o risco de infarto e derrame — e agir preventivamente.

Solicitação de exames direcionados Não exames em excesso, nem de menos. O médico solicita os exames certos para o seu perfil de idade, sexo, histórico familiar e fatores de risco individuais.

Atualização vacinal Adultos também precisam de vacinas — e muitos estão com o calendário desatualizado sem saber. Isso é avaliado e corrigido na consulta.

Orientação personalizada Cada paciente é diferente. As recomendações sobre dieta, exercício, sono e estilo de vida são adaptadas à sua realidade.

Infográfico de medicina preventiva mostrando o que é avaliado em uma consulta preventiva, com destaque para anamnese detalhada, avaliação do risco cardiovascular, solicitação de exames direcionados, atualização vacinal e orientação personalizada.

Uma consulta de medicina preventiva vai muito além de pedir exames: inclui anamnese detalhada, avaliação do risco cardiovascular, exames direcionados, atualização vacinal e orientação personalizada para cada paciente.


Rastreamento de doenças cardiovasculares: o que deve ser verificado

As doenças do coração e o derrame cerebral são as maiores causas de morte no mundo — e na maioria dos casos, podem ser previstos e evitados. O médico vai avaliar durante a consulta de medicina preventiva e acompanhar:

Pressão arterial Triagem recomendada para todos os adultos a partir dos 18 anos. Quem tem mais de 40 anos ou fatores de risco deve verificar anualmente. Adultos jovens sem fatores de risco podem repetir a cada 3 a 5 anos.

Colesterol A avaliação do colesterol deve ser feita conforme a idade e o perfil de risco. Pessoas com fatores de risco cardiovascular podem precisar começar esse rastreamento mais cedo. O seu médico vai indicar o momento certo para você.

Diabetes tipo 2 O rastreamento é recomendado para adultos entre 35 e 70 anos com sobrepeso ou outros fatores de risco cardiovascular. O exame preferencial é a hemoglobina glicada (HbA1c), que avalia a média de glicose nos últimos 3 meses — muito mais confiável do que a glicemia de jejum isolada.

Peso e obesidade Todos os adultos devem ser avaliados pelo índice de massa corporal (IMC) e, quando necessário, orientados sobre como alcançar e manter um peso saudável.

Infográfico de medicina preventiva mostrando o que monitorar para a saúde do coração: pressão arterial, colesterol, diabetes tipo 2, peso e obesidade.

Na medicina preventiva, monitorar pressão arterial, colesterol, diabetes tipo 2 e peso é essencial para a saúde do coração: até um terço das mortes cardiovasculares pode ser evitado.


Rastreamento de câncer: quem deve fazer, quando e como

Vários tipos de câncer têm rastreamento recomendado para adultos sem sintomas. Detectados cedo, muitos têm cura em mais de 90% dos casos.

Câncer colorretal (intestino) Recomendado a partir dos 45 anos para pessoas de risco médio. O tipo de exame e o intervalo entre eles variam — isso deve ser discutido com o médico.

Câncer de mama A discussão sobre mamografia deve começar a partir dos 40 anos, com decisão compartilhada entre médico e paciente. Para quem opta pelo rastreamento, o intervalo recomendado é de 1 a 2 anos.

Câncer do colo do útero Recomendado para todas as pessoas com colo do útero, a partir dos 21 a 25 anos. As opções de exame incluem o Papanicolau, o teste de HPV ou a combinação dos dois.

Câncer de próstata A decisão pelo rastreamento com PSA é individualizada e deve ser tomada em conjunto com o médico. A discussão começa a partir dos 50 anos para risco médio, ou entre 40 e 45 anos para homens de alto risco (afro-descendentes, histórico familiar de câncer de próstata, portadores de BRCA1/BRCA2).

Câncer de pulmão Indicado para pessoas de alto risco: fumantes ativos ou ex-fumantes com histórico intenso de tabagismo. O exame é a tomografia de tórax de baixa dose, realizada anualmente.

Câncer de ovário O histórico familiar é fundamental para identificar mulheres de maior risco. Em casos selecionados, o médico pode indicar avaliação com exames de imagem e marcadores, especialmente quando há histórico familiar de câncer de ovário ou de mama.

Melanoma (câncer de pele) O exame regular da pele de corpo inteiro, feito por um especialista, é importante — principalmente para pessoas de maior risco: muitas pintas, histórico familiar de melanoma, pele clara ou exposição solar intensa ao longo da vida.

nfográfico de medicina preventiva sobre rastreamento de câncer em adultos, mostrando quando avaliar câncer colorretal (intestino), mama, colo do útero, próstata, pulmão, ovário e melanoma (pele).

O rastreamento de câncer é um dos pilares da medicina preventiva: intestino a partir dos 45 anos, mama dos 40, colo do útero dos 21 a 25, além de próstata, pulmão, ovário e pele conforme o risco. Detectados cedo, muitos cânceres têm cura em mais de 90% dos casos.


Saúde mental também faz parte da medicina preventiva

Esse é um aspecto frequentemente negligenciado nas consultas de rotina — mas que faz parte integral da medicina preventiva.

As diretrizes internacionais recomendam que todos os adultos sejam rastreados regularmente para depressão e ansiedade, condições extremamente comuns e ainda muito subdiagnosticadas.

O rastreamento é feito com questionários simples e rápidos — como o PHQ-2 para depressão e o GAD-7 para ansiedade — que o próprio médico aplica durante a consulta. Quando o resultado indica necessidade, o paciente é encaminhado para avaliação e tratamento adequados.

O uso prejudicial de álcool e outras substâncias também faz parte dessa avaliação — de forma sigilosa, sem julgamento.

Outros rastreamentos importantes na medicina preventiva

Doenças da tireoide O hipotireoidismo e o hipertireoidismo são extremamente comuns e frequentemente passam despercebidos. Um simples exame de sangue (TSH) é capaz de identificá-los — e o tratamento, quando necessário, costuma ser simples e eficaz.

Vitamina D A deficiência de vitamina D é muito comum no Brasil e tem impacto sobre a saúde dos ossos, a imunidade e até o humor. A dosagem pode ser avaliada na consulta, especialmente em quem tem pouca exposição ao sol, sobrepeso, osteoporose ou problemas de absorção.

Aneurisma de aorta abdominal Existe um exame de ultrassom simples e indolor que pode detectar o alargamento da aorta abdominal — uma condição silenciosa e potencialmente fatal. Ele é recomendado uma única vez para homens entre 65 e 75 anos que sejam ou já tenham sido fumantes.


Vacinas para adultos: você está em dia?

Muitas pessoas acreditam que vacina é coisa de criança. Não é. O calendário vacinal do adulto é extenso, e manter as doses em dia é uma das formas mais eficazes de prevenção que existem.

As principais vacinas recomendadas para adultos incluem:

  • Influenza (gripe): anualmente, para todos os adultos
  • Tétano e difteria (dT/dTpa): dose de reforço a cada 10 anos
  • Hepatite B: para todos os adultos que ainda não foram vacinados
  • Hepatite C: rastreamento laboratorial para todos entre 18 e 79 anos (não há vacina, mas há tratamento eficaz)
  • HPV: recomendada até os 26 anos; pode ser discutida até os 45 anos
  • Herpes-zóster: para a maioria dos adultos a partir dos 50 anos
  • Pneumocócica: para adultos acima de 65 anos e adultos com condições de risco
  • COVID-19: pelo menos uma dose atualizada anualmente

A atualização do seu cartão vacinal deve ser feita na consulta com o clínico médico.

Infográfico de medicina preventiva sobre vacinas para adultos, mostrando recomendações para influenza, tétano e difteria, hepatite B, hepatite C, HPV, herpes-zóster, pneumocócica (pneumonia) e COVID-19.

Manter o cartão vacinal em dia é uma das medidas mais eficazes da medicina preventiva. Gripe, tétano, hepatites, HPV, herpes-zóster, pneumocócica e COVID-19 fazem parte do calendário do adulto e devem ser revisados na consulta com o clínico médico.


Osteoporose: não é só problema de quem já quebrou alguma coisa

A perda óssea é silenciosa e progressiva. O rastreamento com densitometria óssea (DXA) em medicina preventiva é recomendado para:

  • Todas as mulheres a partir dos 65 anos
  • Mulheres na pós-menopausa com menos de 65 anos que tenham fatores de risco
  • Homens com histórico de fratura por trauma leve, uso de corticoide por tempo prolongado ou outros fatores de risco

Identificar a perda óssea cedo permite tratamento antes que ocorra uma fratura.


Mudanças de estilo de vida: o pilar mais poderoso da prevenção

Nenhum medicamento do mundo tem o poder da medicina preventiva aliada a bons hábitos. A evidência científica é clara:

Atividade física regular reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e está associada à menor incidência de vários tipos de câncer. Estima-se que até um terço das mortes cardiovasculares poderia ser evitado com dieta saudável e exercício regular. A recomendação é de pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana.

Não fumar é a medida preventiva de maior impacto individual disponível. O tabagismo é o principal fator de risco para câncer de pulmão e está associado a doenças cardíacas, AVC e outros cânceres. Parar de fumar — com suporte médico adequado — é possível e transforma completamente o perfil de risco do paciente.

Alimentação equilibrada — rica em vegetais, frutas e grãos integrais, e pobre em ultraprocessados é um dos fatores mais estudados na prevenção de doenças crônicas.

Controle do peso reduz diretamente o risco de diabetes, hipertensão, apneia do sono e doenças cardiovasculares.

Sono de qualidade — 7 a 9 horas por noite — está diretamente ligado ao controle do peso, da glicemia, da pressão arterial e da saúde mental.

Limitação do álcool reduz o risco de doenças do fígado, certos tipos de câncer e problemas cardiovasculares.

Aqui está o alt text para esse infográfico:
Infográfico de medicina preventiva sobre mudança de estilo de vida: atividade física, alimentação saudável, sono adequado, abandono do tabagismo e controle do estresse

Mudanças simples no estilo de vida formam o pilar mais poderoso da medicina preventiva. O tratamento mais poderoso começa fora do consultório.


Perguntas frequentes sobre medicina preventiva

Preciso estar doente para fazer uma consulta de medicina preventiva? Não — é exatamente o contrário. Uma consulta de medicina preventiva é feita quando você está bem, justamente para garantir que continue assim.

Medicina preventiva é só para idosos? Não. Quanto mais cedo você começa a cuidar da saúde de forma preventiva, melhores os resultados ao longo da vida.

Medicina preventiva é a mesma coisa que check-up? — Não, o check-up é uma das ferramentas da medicina preventiva.

Já faço exames todo ano pelo plano. Isso basta? Os exames são uma parte importante da medicina preventiva, mas sozinhos não bastam. A interpretação clínica, a avaliação de risco individualizada e a orientação personalizada só acontecem na consulta com um médico especialista.

A telemedicina funciona para consultas de medicina preventiva? Sim, em grande parte dos casos. Revisão de exames, avaliação de risco e orientações podem ser feitos com excelência pela telemedicina. Para exame físico completo, a consulta presencial é indicada.


Conclusão: o melhor momento para cuidar da sua saúde é agora

Medicina preventiva não é luxo, é investimento. Investimento em qualidade de vida, em mais anos com saúde, em menos gastos com tratamentos complexos no futuro.

O Dr. André Salgado oferece um atendimento completo, dedicado e personalizado, com mais de 20 anos de experiência em clínica médica e terapia intensiva. Cada consulta é um espaço real para cuidar de você, sem pressa, sem fórmulas genéricas.

Não espere aparecer um sintoma. O melhor momento para cuidar da sua saúde com medicina preventiva é quando você ainda está bem.

Dr. André Salgado, médico especialista em medicina preventiva e clínica médica, em seu consultório no Rio de Janeiro

Dr. André Salgado, especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva, com mais de 20 anos de experiência — atendimento presencial no Jardim Botânico (RJ) e por telemedicina.

Veja também:

https://www.einstein.br/n/vida-saudavel/medicina-preventiva

https://www.ajpmonline.org

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